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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

APANHEI UM SUSTO...

Na segunda fui às compras. Aproveito e deixo o pipoca mais um bocadinho com a minha mãe, e assim a coisa é mais rápida. Chego, e para o convencer a despachar-se a entrar no carro suborno-o com os hipopótamos da Kinder que lhe comprei (pois, é feio... e transmito-lhe maus valores, mas raios, às vezes a pressa é tanta que um subornozito não lhe deve deformar assim tanto a personalidade!!).

 

Chegados a casa e a única coisa de que fala é dos hipopótamos. Explico que primeiro a mãe tem de levar as compras para dentro de casa, porque não sabe em que saco estão os ditos. Abro a mala do carro, não puxo a protecção para trás porque os encaixes estão mesmo a partir e não os quero forçar. Além disso, não são muitos sacos. Na rua é noite e as luzes da nossa casa ainda estão a acender no horário antigo, por isso está escuro. Peço-lhe para me ir ajudando a levar as compras, a ver se o convenço a não ficar ali sozinho. São meia dúzia de metros até à porta de casa, mas há uma curva para contornar a casa, e deixo de o ver, e detesto deixá-lo sozinho, ainda mais com tudo tão escuro, porque as luzes da rua ainda estão avariadas. Mas não!! O senhor promete que fica ali, especado a olhar para as compras a guardar os Kinder. Cumpriu a promessa, fui e vim duas vezes a casa com ele ali, de mãos nos bolsos a olhar para o interior do carro. À terceira, como das outras vezes, chamo-o assim que saio de casa, só para confirmar: "Pipoca?". Nada... "Pipocaaaa??". silencio. Meu Deus, aqueles metros pareceram-me quilómetros, vi o carro e não o via a ele em lado nenhum, e ele continuava a não responder. Em míseros segundos consegui ir da histeria ao pânico total, e imaginei logo o carro dos raptores paradinhos lá ao fundo, à espera de me apanharem distraída para levarem a minha cria. Ou que o danado tinha fugido e caído pela barreira abaixo e estava inconsciente. O que eu consegui pensar em tão pouquíssimo tempo... chego aflita ao carro, a chamar por ele em tom de doida e não é que oiço um baixinho "Thou athí... ao pé das pompas!". Ufffffa!! E lá estava ele, escondidinho bem lá no fundo, que a bagageira é enorme, entre dois sacos de compras a brincar às escondidas.

 

A brincar às escondidas na rua, à noite e sem luz??? Ó rico filho, p'la tua riquinha saúde!! Tu vê lá mas é se tomas juízo que mais um milésimo de segundo e aqui a mãezinha ia directa para as urgências com um colapso cardíaco!!!

publicado por Antes assim... às 11:07

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