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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

INJUSTIÇA

 

Formada na área do direito é com grande cepticismo que olho para a palavra "justiça". E não me estou apenas a referir às injustiças judiciais - razão pela qual, profissionalmente, procurei distanciar-me o mais possível de tribunais, advogados e afins. Atenção que não estou a fazer uma critica geral à classe, simplesmente não me identifiquei com "essa" vida, e a juntar a uma ponta de decepção ganha nos últimos anos do curso, deixei o estágio de advocacia a meio.

 

Mas voltando ao cerne de coisa. Justiça! A vida não é justa. Claro... ninguém tem tudo o que quer, e logo aí se queixa da justeza das coisas. Porque há quem ganhe o dobro, há quem goze a vida o triplo sem fazer "ponta de corno", e quem viva de tramóias e se dê bem ao quadruplo!!!! Na minha humilde opinião, a maior injustiça de que se pode ser alvo é a decorrente de mentiras alheias. Infelizmente, arco diariamente no lombo com a mentira criada pela minha sogra que modificou o meu casamento a 180º, causou danos irreparáveis no relacionamento com toda a família dele e, pior ainda, com o marido! Mal ou bem, tenho tentado viver com isso e mentalizar-me que um dia, quando eu for muito velhinha, miraculosamente e de alguma forma inacreditável, ele vai descobrir a mentira, perceber que eu sempre disse a verdade... e vai perceber a injustiça de que fui alvo. Claro que isto sou eu a sonhar e com crença no velho ditado de que "a verdade vem sempre ao de cima".

 

Pois como se não me bastasse essa "sina", eis que agora me acontece o mesmo no local de trabalho e me vejo a braços com a intriga, a mentira e a ignorância... quer dizer, burrice. Eu não sou nenhuma coitada, que não sou mesmo. Mas irra! É preciso tanto? A única coisa boa que adveio de tudo isto foi a descoberta da minha ilimitada dose de paciência. A sério! Raios pá, é que nisso eu sou mesmo boa! Apostava - não muito, que não tenho, mas algum - que pouco mais de uma pessoa aguentasse o mesmo, durante tanto tempo, de olhos secos! E agora eu estou cansada. Sinto-me mesmo cansada e queria começar do zero e parece que não consigo. Há sempre alguém a monopolizar-me. É que eu até tenho a fama de ser anti-social, e até sou de estar no meu canto, não incomodo ninguém. Por que raio tudo o que faça ou diga incomoda tanta gente??

 

Sabiam que em pequena queria ser cabeleireira ou esteticista, ou as duas, vá lá? E que aos 9 anos decidi que queria ser advogada à conta das estúpidas séries de advocacia que "devorava"? Pois... E que durante o curso adorei criminologia e não fui por aí porque quem vai para direito ou é advogado, juiz ou nada? A sério. Ainda hoje, aqui na terra, há quem pense que não terminei o curso... porque não sou advogada!

 

Mais. Sabiam que no final do 9º ano o professor de desenho queria porque queira que eu seguisse artes porque achava que eu tinha uma habilidade inata para desenho? E que no final do 12º ano a professora de português me deu o conselho de ir para jornalismo ou seguir a via do ensino, porque achava que eu tinha talento na escrita? Tadita... eu gostava dela. Deu-me 17! Engraçado... sabiam que adoro cozinhar e que até faço uma comidita da boa? E que adoro fazer bolachas, queques e bolos decorados? E que até dizem que tenho jeito para a coisa?? E que me via perfeitamente feliz da vida como designer de interiores?

 

Mas o marido diz que não, que nada disto dá dinheiro. Que um negocio quando se começa é para dar logo dinheiro. Que há coisas que se vê logo se dão dinheiro ou não. E eu que pensava que importante era fazer o que se gostava. Então e a parte da realização profissional? Qualquer dia apareço-lhe à frente com a carteira profissional de acompanhante de luxo, a ver se o calo! Diz que se ganha bem.

 

Isto hoje não está nada bom senhores.

 

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publicado por Antes assim... às 17:36

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